Temporal na Madeira e Entrevista a Alberto João Jardim


Como todo o cidadão minimamente informado sabe, no passado dia 20 de Fevereiro, a Ilha da Madeira foi assolada por um forte temporal que provocou graves danos humanos e materiais. Neste post tenciono proceder a um balanço final da catástrofe, explorando as causas do temporal, e relatar o essencial da Grande Entrevista a Alberto João Jardim, conduzida por Judite de Sousa, na RTP1. Deixarei as minhas impressões pessoais acerca dos diversos assuntos abordados e tentarei dar a conhecer o outro lado da questão: a estupidez desmedida e hilariante do presidente do Governo Regional.

O Temporal

Situada numa posição climaticamente desfavorável, que propicia a ocorrência de grandes tempestades oceânicas, a ilha encontra-se sempre sob a ameaça dos ventos e chuvas atlânticas. As baixas pressões que frequentemente afectam esta zona do globo terrestre são  responsáveis pela ocorrência dos temporais na ilha. A convergência de massas de ar a diferentes temperaturas cria uma superfície frontal, que, associada às altas temperaturas da água do mar, acelera o processo de condensação do vapor, aumentando a precipitação.

Foi o que sucedeu recentemente, quando a ilha mais representativa do arquipélago português foi impiedosamente fustigada pela fúria dos elementos, por meio da precipitação descomunal que se fez sentir, motivando a subida do nível médio das águas do mar. Estes fenómenos geraram inundações aterradoras, pavorosos deslizamentos de terras e toda uma conjugação de condições atmosféricas agrestes.

Consequências da Tragédia

Se atendermos ao balanço final da tragédia, somos confrontados com a realidade nua e crua.  Em termos de vidas humanas, a situação foi trágica: 42 pessoas morreram, 18 foram dadas como desaparecidas e aproximadamente 250 ficaram feridas. Considerando os estragos materiais, com graves consequências a nível social, apercebemo-nos que inúmeras edificações e vias de comunicação foram destruídas, levando a que cerca de 600 pessoas perdessem a habitação, algumas zonas da ilha permanecessem inacessíveis durante algum tempo e as redes de abastecimento de água e electricidade deixassem de estar operativas em vários pontos da ilha.

Os municípios do Funchal e da Ribeira Brava foram os mais afectados, registando a esmagadora maioria das vítimas humanas e os estragos materiais mais consideráveis. A frente fria atingiu violentamente vários pontos da costa meridional da ilha. Devastação brutal na parte baixa do Funchal, com a subida do nível das ribeiras e o transporte de pedaços de terra e lixo pelas ruas da capital, onde se verificou um elevado número de óbitos e os estragos foram mais acentuados. Porém, também as terras altas do concelho, desfavorecidas pelo relevo desta região madeirense, foram fortemente atormentadas pela insensibilidade do temporal. A Ribeira Brava, o Machico e outras zonas da costa sul da ilha foram também bastante afectados, embora de uma forma menos violenta. O prejuízo económico da catástrofe para o Governo Regional da Madeira foi enorme.

Reacção à Catástrofe

Imediatamente, o caos foi instaurado na Ilha da Madeira e surgiram de todos os cantos do mundo condolências pelo sucedido e ofertas de ajuda financeira. Ao mesmo tempo, o Primeiro-Ministro José Sócrates viajou para o Funchal na noite desse mesmo dia 20 de Fevereiro e o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva visitou o local no dia 24 de Fevereiro. O apoio monetário tendo em vista a reconstrução das partes da ilha que tinham ficado mais afectadas parecia provir de todas as entidades possíveis: o Estado Português, a União Europeia, os Estados Unidos da América, a Confederação Russa, várias empresas portuguesas e estrangeiras e inúmeras instituições não governamentais de cariz humanista.

No entanto, importantes questões se colocavam. Afinal, qual seria o montante necessário para a reconstrução de todas as edificações que tinham ruído? E de onde viria exactamente esse dinheiro? Como voltar a fornecer alojamento condigno aos mais de 600 madeirenses sem um tecto para os proteger das intempéries? E o que fazer para minimizar os efeitos de uma eventual catástrofe semelhante no futuro?

Foi com base nestas e outras questões que a muito conceituada Judite de Sousa (este adjectivo não quer dizer que eu sinta uma grande admiração pelo seu trabalho) teve a ousadia de se deslocar à Quinta da Vigia, residência oficial do Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira, para entrevistar o emblemático e inigualável Alberto João Jardim, no passado dia 25 de Fevereiro.

Alberto João Jardim

Todos nós conhecemos o presidente madeirense: membro do PSD, com uma vasta carreira política, chefe do governo regional da Madeira há mais de 30 anos, um pequeno ditador, vá. Não passa de “um indivíduo medíocre” sem educação e grandes princípios morais, que aproveitou a época conturbada da revolução do 25 de Abril para tirar um curso superior sem precisar de estudar, que se tem mantido no poder à custa da sua esperteza ignóbil e da ignorância do povo madeirense (refiro apenas a parte), que tem explorado ao máximo os recursos económicos e financeiros disponibilizados pelo continente, capaz de prejudicar a situação a metrópole a fim de concretizar os seus desejos de realização pessoal.

Capitais para a Reconstrução da Ilha

Durante a meia hora que durou a entrevista foram focados vários pontos e retiradas diversas ilações importantes. Acima de tudo, ficou bem assente logo na parte inicial da conversa que Alberto João Jardim considera necessários 1 500 milhões de euros para reconstruir a Ilha da Madeira, num espaço de tempo de 2 anos.

Quando confrontado com a questão da origem dos fundos a aplicar no projecto de recuperação da região, o presidente acabou por conseguir escapar aos estratagemas enganosos da Judite de Sousa e deu uma explicação muito segura. Segundo Jardim, todas as nações e organizações não governamentais tiveram uma atitude exemplar face aos trágicos acontecimentos que afectaram a ilha da Madeira, expressando as suas condolências e oferecendo um apoio financeiro muito significativo para a reconstrução das regiões atingidas pela catástrofe. Asseverando que estes apoios se teriam de materializar forçosamente no futuro, pois quem promete grandes ajudas monetárias não pode deixar de prestar esse auxílio, e enveredando pela via do crédito bancário, pedindo empréstimos a pagar ao longo dos anos seguintes, o presidente madeirense rejeitou quaisquer impossibilidades financeiras.

Responsabilidade na tragédia

Posteriormente, a jornalista questionou Alberto João Jardim acerca das suas eventuais responsabilidades em relação aos estragos verificados na ilha. Ora não há dúvida nenhuma de que os danos causados pelo temporal foram agravados em grande medida pela deficiente limpeza das ribeiras madeirenses, as fragilidades estruturais de certas habitações e problemas ao nível do ordenamento do território, tais como a construção em leito de cheia e a construção em zonas com risco de deslizamentos. Contudo, o icónico Presidente do Governo Regional rejeitou quaisquer culpas no que diz respeito a estes factores.

Argumentando falaciosamente, mas com uma convicção e uma arrogância tipicamente suas, Alberto João apontou o dedo aos governos portugueses de outras eras, atribuindo a responsabilidade dos problemas da ilha aos falecidos Rei D. Carlos e António de Oliveira Salazar. Na pretensa perspectiva do senhor presidente, as debilidades das construções e a sua localização inadequada remonta a esses tempos passados, não havendo por isso razão para crucificar os governos madeirenses da 3ª República.

Obviamente que se existiam inconvenientes desta ordem na ilha, a sua única função como líder do governo seria a resolução dos problemas, e o próprio Alberto João Jardim tem essa noção muito bem presente. No entanto, a sua retórica sofismática e a obstinação casmurra de quem julga que as suas palavras não devem ser contestadas acabam sempre por levar a melhor na entrevista.

Jogos Políticos e PSD

Na parte final da conversa, Alberto João Jardim foi interrogado por Judite de Sousa acerca da sua decisão de abandonar o cargo de presidente da região em 2011 e de uma eventual mudança de planos. Invariavelmente tranquilo, sereno no jogo político que há muito tempo pratica com sucesso, Jardim respondeu negativamente em relação à possibilidade de recandidatura e assumiu efectivamente a saída de cena. Todavia, é bom não esquecer que esta situação já se verificou no passado e teve como resultado a continuidade de Alberto João como presidente do governo regional.

Em vésperas de eleições directas no principal partido da oposição, aproveitando a ocasião extremamente propícia, a jornalista da RTP abandonou a dimensão madeirense e transitou para a esfera social democrata, inquirindo qual a posição assumida pelo presidente madeirense. Alberto João não se afastou muito do esperado, sendo muito directo quanto à rejeição imediata de Pedro Passos Coelho, mas cautelista em relação à opção entre Paulo Rangel e José Pedro Aguiar Branco.

Quanto à primeira parte, não se demorou muito tempo, dirigindo apenas um ou outro insulto ao candidato coimbrense. O segundo tópico foi sigilosamente tratado por Alberto João Jardim, que, criticando a divisão do seu partido em tantas partes diferentes, escondeu a sua decisão dos telespectadores e adiou a divulgação da sua escolha no Congresso do PSD na Madeira. Entretanto, o presidente regional teceu interessantes e misteriosas considerações a respeito de Manuela Ferreira Leite, Pedro Santana Lopes e ele próprio, elogiando a política séria e verdadeira da antiga líder e confessando a sua admiração pelo Sacarneirismo do homem com 7 vidas políticas.

Hegemonia Ideológica Insular

Como já tiveram a oportunidade de perceber com base no meu relato da entrevista, Alberto João Jardim recorreu a estratégias argumentativas deficientes e raciocínios simplesmente grotescos. A sua agressividade boçal enquanto discursa reflecte na perfeição o estatuto que conseguiu alcançar como manipulador de massas na função de presidente madeirense.

A grande maioria da população local cai no erro infantil de se deixar levar pelo espírito separatista de Jardim e as promessas de uma ilha paradisíaca, acabando por confinar o seu cérebro possivelmente inteligente a uma aceitação obediente de tudo o que o senhor presidente diz, mergulhando assim numa submissão ideológica deplorável à mente doentia do seu líder vergonhoso. Depois acontece que o senhor presidente, todo felizardo, vendo o enorme acolhimento da cacofonia proveniente da sua boca imunda, abusa do seu poder, diz o que pensa sem restrições e molda a opinião pública madeirense, sem se preocupar com a racionalidade por detrás dos argumentos que utiliza.

Estes ares de entidade superior, de quem está acima de tudo e cuja palavra não pode ser questionada, está na base de todos os erros lógicos do seu discurso e da postura lamentável que apresenta em situações públicas formais. Por várias vezes sobressaiu na entrevista aquela sua arrogância persistente de achar que tem de ser o centro das atenções e tudo tem de acontecer à sua maneira.

Momentos de boa disposição

Quando as suas considerações anódinas sobre assuntos fúteis eram interrompidas pela ávida Judite de Sousa, o presunçoso Alberto João Jardim não permitia a colocação de novas perguntas, frustrando todas as tentativas da jornalista portuguesa: “Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não!”. Debalde Judite de Sousa tentava poupar o tempo de antena com perguntas objectivas sobre assuntos importantes: o autoritarismo verbal do entrevistado não lho permitia.

“Não é por aquilo que aconteceu que eu vou deixar de ter papas na língua.” ou “Não, eu não respondo! Eu vou dizer o que quero!”  ou ainda “Se o tempo está a exceder, é serviço público, o estado pode pagar.” foram apenas alguns dos momentos mais hilariantes da conversa sobre um assunto tão sério, que afinal se revelou objecto de um diálogo tão divertido e fértil em momentos de humor. “Desculpe, vai ter que me aturar!” e “Só respondo a isso quando me apetecer.” foram outras das frases mais incríveis proferidas pelo presidente do governo regional.

Os insultos aos “abutres” que insistem em denegrir a figura do presidente foram outro dos pontos altos do serão de quinta-feira à noite, povoado de rudes críticas dirigidas aos “académicos”, aos “professores doutores” e aos “inimigos políticos” de Alberto João Jardim. Nada melhor do que umas boas lascas de madeira para avivar a chama da luta política portuguesa!

Por vezes é preciso saber ceder…

Ainda assim, apesar da inflexibilidade crónica do presidente do governo regional, ficou bem claro um apaziguamento do seu fervor separatista e um desejo de extinguir conflitos triviais que não levam a lado nenhum. As referências simpáticas e cordiais ao Primeiro-Ministro são prova disso mesmo: “temo-nos entendido muito bem!” disse Jardim a propósito das relações com José Sócrates. Recorde-se do que Alberto João Jardim dissera no dia após a vitória eleitoral do PS nas legislativas de 2009: “O país endoidou!”.

Cartoon do desenhador Henrique Monteiro retratando as relações subitamente amistosas entre Alberto João Jardim e José Sócrates

Cartoon da autoria do desenhador Henrique Monteiro retratando as relações subitamente amistosas entre Alberto João Jardim e José Sócrates

Quando faz uma alusão ao conceito novo de enterrar o machado de guerra deixa bem patente este ideia da suspensão da querela entre a Madeira e o continente, pelo menos durante algum tempo, até a situação da ilha voltar a atingir um grau de estabilidade, altura em que já não precisará da bengala do Estado Português e voltará a maltratar o rectângulo, regressando aos bons velhos tempos.

No fim, Alberto João Jardim deixou rasgados elogios a Judite de Sousa, afirmando que a considera uma grande jornalista e agradecendo pelas suas reportagens sobre o desastre na Madeira. Nada disto parece estar de acordo com a forma incorrecta como o presidente madeirense tratou a jornalista durante a entrevista: “a senhora” em vez de “a doutora”. A nota máxima para Alberto João Jardim em adulação do interlocutor só lhe escapa por esse pequeno pormenor.

Recursos Audiovisuais

Seguidamente apresento um excerto da entrevista, que ilustra bem a dinâmica geral da conversa e o carácter ditatorial de Alberto João Jardim. Corresponde à discussão das responsabilidades das várias entidades sobre a tragédia e contém vários momentos de grande valor cómico (mais parece uma satirização dos Gato Fedorento ou mesmo do O que se passou foi isto).

Se quiserem podem assistir a totalidade da entrevista no youtube: parte 1parte 2parte 3parte 4.

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3 Respostas to “Temporal na Madeira e Entrevista a Alberto João Jardim”

  1. LVSITANO Says:

    Foi muito divertido ler este post. Mais uma vez fica bem marcada a tua qualidade narrativa, pois nunca tornaste monótona nenhuma das imensas e ricas descrições que fizeste. Não assisti à entrevista por completo, mas vi excertos que alegremente revi retratados neste teu magnífico post.

    As críticas que fazes constantemente ao governador da região da Madeira demonstram que não sentes nenhum afecto particular pela sua pessoa.

    “Não passa de “um indivíduo medíocre” sem educação e grandes princípios morais, que aproveitou a época conturbada da revolução do 25 de Abril para tirar um curso superior sem precisar de estudar, que se tem mantido no poder à custa da sua esperteza ignóbil e da ignorância do povo madeirense (refiro apenas a parte), que tem explorado ao máximo os recursos económicos e financeiros disponibilizados pelo continente, capaz de prejudicar a situação da metrópole a fim de concretizar os seus desejos de realização pessoal.”

    Penso que aqui, bem no começo, extremas um bocado a crítica, fazendo acusações de que não há indícios, e que são graves. De qualquer maneira, a subtileza atroz como descreves todo o resto das peripécias naquela entrevista enriquece este artigo indefinidamente.

    Obrigado. 🙂

    PS: O cartoon está magnífico! (o arco-íris tem um significado oculto… é o símbolo dos movimentos LGBT, fazendo uma clara alusão à relação subitamente amorosa e cúmplice dos dois indivíduos)

    • Andrey Amabov Says:

      Obrigado pelo teu comentário simultaneamente simpático e sincero. Agradeço desde já os elogios e manifesto o meu enorme prazer ao ter conhecimento do efieto positivo que o post produziu em ti.

      De facto, o “doutor” Alberto João Jardim não é definitivamente uma personalidade que me desperte qualquer sentimento de apreço e o meu respeito pelo seu nome não passa dos mínimos exigidos pela sua condição humana. O único parâmetro em que a sua acção me parece digna de alguma consideração da minha parte é o amor que manifesta pela sua terra, mas a forma como expressa essa paixão insular e o modo como tem governado a ilha até hoje acaba por desvalorizar em grande medida esse aspecto positivo.

      Tenho perfeita consciência do exagero em que mergulhei na crítica ao presidente madeirense. No entanto, apesar das duras palavras que utilizei para caracterizar Alberto João Jardim, apenas divulguei a minha opinião pessoal sobre o indivíduo, altamente subjectiva, formada com base em factos reais, que estão comprovados por documentos e não constituem um segredo para os cidadãos.

      Alberto João Jardim frequentou a Universidade de Coimbra, durante 7 anos, na tentativa de se formar em direito. No entanto, as suas notas baixas não lho permitiam, e foi após a Revolução de 1974 que se mudou para Lisboa, onde terminou o curso, com notas tangenciais (o 10 que já servia para passar). Neste período agitado do início da 3ª República, a instabilidade política era uma realidade e as universidades davam sinais disso mesmo, com falta de condições que possibilitassem um Ensino Superior adequado, e os alunos eram quase passados por favor (era mesmo assim). Foi neste contexto que o futuro presidente madeirense conseguiria obter a sua licenciatura.

      Não é fácil encontrar referências a estes factos na Internet. Contudo, há pequenas referências em comentários a notícias e artigos de blogues em que esta questão é referida. As pessoas têm consciência desta lacuna na formação de Alberto João Jardim, mas ela não constitui motivo de caso porque:
      – a licenciatura do aluno foi legal nas circunstâncias em que esteve inserida;
      – as pessoas sentem um prazer especial em denegrir a figura e estudos de José Sócrates, mas ignoram outras histórias esquisitas acerca da formação de políticos portugueses.

      Seja como for, admito que não deveria ter utilizado uma linguagem tão rude para descrever o senhor Alberto João Jardim. Não censuro aquilo que disse, mas antes a forma como o fiz. Numa próxima ocasião tentarei ser mais comedido. De qualquer maneira, por muito pesadas que tenham sido as minhas expressões, não faltei ao respeito ao presidente madeirense, fazendo um uso da minha liberdade de expressão aqui no blogue.

      E sim, o cartoon do Henrique é uma pequena obra de arte humorística. Ele simplesmente não consegue deixar passar um pormenor ao lado: todos os eventuais objectos de crítica são inteligentemente esclarecidos por ele. Achei demasiada piada aos rostos patuscos dos dois antigos rivais para poder pensar no simbolismo da dispersão da luz branca, mas agora que me chamaste a atenção para o facto fico ainda mais satisfeito por ter colocado o desenho no blogue!

      Muito obrigado mais uma vez! 🙂

  2. Pedro Says:

    A tua crítica a Alberto João Jardim é muito directa e dura. É assim que tem que ser. Tenho a dizer que subscrevo inteiramente. Quanto ao resto do post, ainda não o li na íntegra (excelente ideia a de dividires o texto por tópicos, sem dúvida que facilita a vida aos leitores mais apressados – nos quais me incluo, desta vez), mas, dada a pertinência do assunto, farei questão de ler atenciosamente e dar a minha opinião.


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