Emily Bear: uma alegria prodigiosa ao piano


Os primeiros parágrafos do post anterior foram escritos ao sabor da resplandecente 7ª Sinfonia de Beethoven. Mas não é sobre este magnífico vulto da História da Música que  vos venho falar hoje.

Acontece que um dos vídeos que me foram sugeridos pelo youtube depois do fim da sinfonia apresentava um título peculiar: The Next Mozart? Intrigado, cliquei no link e assisti, boquiaberto, a uma maravilhosa reportagem sobre Emily Bear, uma menina norte-americana de 6 anos com uma extraordinária vocação elevada para a música, e em particular para o piano. Simplesmente extraordinário!

Breve Apresentação

Emily vive numa família de músicos, mas razões das suas qualidades musicais são muito mais profundas e inexplicáveis do que isso. As suas aptidões para a arte do som são realmente fenomenais e merecem a nossa atenção!

Capaz de interpretar inúmeros compositores da música clássica, grande apreciadora de Mozart, exímia nos ritmos sincopados do jazz, Emily também compõe belíssimas melodias, que florescem na sua mente genial com uma simplicidade e uma pureza formidáveis! Mas o mais impressionante é o espírito de alegria e boa disposição contagiante da menina pianista, que passeia os dedinhos pequenos pelo teclado com uma leveza e um prazer esplêndidos!

Emily surge sempre muito simpática e sorridente e revela uma inteligência muito elevada para a sua idade, fácil de averiguar pelas forma sábia e madura como responde às perguntas que lhe são dirigidas. E tudo isto vindo de uma criança, uma menina cheia de vida, com o melhor espírito que se pode desejar para uma criança, e que vive a sua infância com o brilho e a magia necessárias a esta fase tão importante da vida de uma pessoa.

Actualmente, Emily tem 8 anos, continua a estudar piano, a compor as suas lindas músicas e a surpreender cada vez mais pessoas por esse mundo fora.

Vejam agora a reportagem, do canal WGN, que me deixou absolutamente pasmado e deleitado com a subtileza do fenómeno:

Uma preciosidade! Se quiserem, podem ver um excerto de um programa da apresentadora norte-americana Ellen Degeneres em que Emily Bear foi convidada de honra aqui.

Dá que pensar, não é?

Dou os meu sinceros parabéns a Emily Bear e faço votos de muito sucesso no futuro!

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3 Respostas to “Emily Bear: uma alegria prodigiosa ao piano”

  1. LVSITANO Says:

    Impressionante! Eu lembro-me de ouvi alguém dizer que convém ter dedos compridos para tocar piano. Este vídeo prova que esse requisito não é impeditivo para conseguir tocar este instrumento na perfeição.

    Não sou grande entendedor desta área, mas o vídeo não deixa margem para dúvidas quanto ao talento da menina. As pessoas nascem com certas aptidões, ou seja, capacidades inatas para desempenhar algumas funções com distinção. Fico contente por saber que esta menina descobriu pelo menos um dos seus talentos. Espero que continue a estudar música e enverede por esse maravilhoso mundo artístico.

    • Andrey Amabov Says:

      Com muito bem disseste, há atributos que já nascem com a pessoa, certas potencialidades que devem ser descobertas pelas pessoas ao longo da sua vida.

      No caso da Emily, a sua extraordinária aptidão musical foi identificada muito cedo, como que por mero acaso, e isso permitiu um espectacular aproveitamento das suas capacidades, graças a uma frutuosa conjugação de um talento singular com um trabalho árduo e intensivo, levado a cabo com vontade e prazer natural (a chave para o sucesso).

      Quanto à questão dos dedos compridos, não é difícil perceber que, se o comprimento das falanges for maior, será mais fácil apresentar um maior domínio sobre o teclado. No entanto, a exploração eficaz das nossas capacidades pode permitir a compensação dos limites com base em estratégias alternativas.

      Foi o que certamente terá acontecido com a Emily Bear. Claro que continuará a apresentar algumas limitações enquanto os seus dedos e sobretudo os seus braços não crescerem, mas dentro de poucos anos deixarão de ter importância.

      Já agora, aproveito para te alertar para um facto digno de referência: muitas vezes, aqueles que se julgam grandes mestres da música erudita revelam uma tendência acentuada para desvalorizar aqueles que apresentam características menos vantajosas para a aprendizagem da música.

      Isso já me aconteceu: não estudava o suficiente (simplesmente tinha mais que fazer) e como a minha magnânima professora se irritava comigo dizia que eu devia ter uma deficiência nos dedos, o que era totalmente mentira (na altura ainda não tinha fracturado a falange distal).

      Obrigado pelo comentário!

  2. Rafaela Says:

    Nossa! Fiquei impressionada com o seu talento! Também toco piano, mas achei você maravilhosa! Um deus! Parabéns para você! Amei seu talento!


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